Este blog mudou de endereço e agora está em http://tertuliabenfiquista.blogs.sapo.pt.

Pois é. A partir de hoje a anunciada transferência é uma realidade. A Tertúlia passou a estar alojada em
http://tertuliabenfiquista.blogs.sapo.pt/
Passamos a encontrar-nos lá.
Saudações benfiquistas.

Senti que há quem considere que apostar nos jovens não é pôr o João Coimbra durante cinco minutos em campo. Senti que há quem tenha coragem de apostar na juventude formada no nosso Clube, há quem saiba responsabilizar essa juventude e saiba tirar o melhor dela.
Ouvi, pela televisão, o grito de 'Benfica' com que o público brindou a equipa depois do empate. Nesse grito está o sentir de milhões que sabem e sentem que, com tempo e paciência, seremos campeões, pois está a nossa equipa de futebol a ser orientada por um líder e não por um loser.
Eu acredito. E acredito que, caso estejamos todos unidos, será mais fácil.
À margem:
vejo, com agrado, a pluralidade de opiniões que os escribas deste blogue apresentam. É bom sinal, é sinal de vitalidade e independência. É uma forma saudável de ser/viver aquilo que nos une: o Benfica.
O Luisão não mostrou estar recuperado para este jogo, e mais uma vez o Camacho apostou no júnior Miguel Vítor. E convém frisar que ele é mesmo júnior de segundo ano, ainda pode participar no Campeonato Nacional da categoria, tal como o Romeu Ribeiro. No meio campo duas alterações em relação ao jogo com o Guimarães, com as saídas do Nuno Assis e do Coentrão para a estreia do Di María e a entrada do Luís Filipe. Num cenário como o de hoje, obviamente que o período que mais se teme é o primeiro quarto-de-hora, pois certamente que a equipa da casa irá tentar entrar em força para anular rapidamente a desvantagem. Sem surpresas, foi isso mesmo que aconteceu, e o Benfica viu-se empurrado para a sua área durante este período. O mau estado do terreno também não permitia grandes habilidades, por isso o futebol jogado era, e continuou a sê-lo durante todo o jogo, feio. Após resistirmos este primeiro quarto-de-hora, logo a seguir conseguimos o que o Camacho exigia, ou seja, marcar um golo. Foi um lance de laboratório perfeito, com a bola a passar pelo Rui Costa, Cardozo, Nuno Gomes e Katsouranis, e a acabar dentro da baliza com os dinamarqueses a ver jogar.
Com os milhões das vendas do Simão e do Manuel Fernandes, não sobram 8 milhões para ir buscar este senhor? E ele manterá com o Benfica a oferta feita ao Boca (2 anos de contrato e ele joga o terceiro à borla) ?
No passado sábado, à beira do Sena, recebo um SMS a dizer que o Petit marcara aos 90 minutos. Suspirei de alívio. Uns quatro minutos depois recebo novo SMS. Fui lê-lo com a convicção de que era o que anunciaria a vitória no fim do jogo. Puro engano. Era o empate. Da indignação à resignação foi o tempo de me lembrar do nome do treinador.


O nosso Benfica ontem não ganhou. Foi o terceiro jogo seguido sem ganhar nesta pré-época. Foi o terceiro jogo da pré-época. Este ano estamos bem melhor do que no ano passado, já não são três batatas por jogo. Aqui há, sem dúvida, mérito daquele que é, por enquanto, treinador.
Há uns anitos (já lá vão alguns), no último ano em que vivi em Coimbra, a Académica tinha um puto, um médio direito, que fazia toda a diferença. Era ele e mais dez. Era o Luís Filipe. A Académica desceu e o Luís foi contratado pelo Atlético de Madrid. As coisas não lhe correram bem e acabou por regressar a Portugal. Vi-o jogar, pouco e poucas vezes, no Sporting. Não parecia o mesmo que vira na Académica. Aquilo que era classe e instinto atacante transformara-se num sofrível defesa. Sempre estranhei aquele posicionamento no campo, para mim o Luís Filipe era, mais do que tudo, um médio de pendor ofensivo. O treinador do Sporting era, salvo erro, um tal de Fernando Santos que nunca soube aproveitar o que de melhor o Luís mostrara na Académica. Mais tarde, foi parar ao Braga. Jogou novamente como defesa lateral, mas a mostrar mais competência no desempenho da função.
Até se babavam. Primeiro ficaram contentes com a saída do Simão. Depois não suportaram que o rapaz falasse de coisas como ser sócio, ter cativos e ser adepto do Glorioso. Não suportaram. Aquilo soube-lhes a humilhação.
Isto promete.
O Simão, ao longo das épocas que cá esteve, foi de forma sistemática o melhor jogador da equipa, fez inequivocamente a diferença na esmagadora maioria dos jogos e tornou-se o capitão de equipa. Como toda a gente que vai ao estádio sabe, era o jogador mais aplaudido na divulgação do onze titular. Não é fácil chegar a este patamar e há que respeitar quem o atinge. Por tudo o que fez enquanto cá esteve, muito obrigado.
Há informação que nos chega acidentalmente. Há dois anos, numa manhã de sábado, todos os jornais faziam manchete com a saída de Simão, uns diziam Chelsea, outros Manchester, outros falavam de clubes dos quais me não recordo.
Façamos como fazem alguns órgãos de comunicação social e outros tantos opinadeiros de ter à mão: falemos do que realmente é importante neste memorando da PGR.
*Sequela do post anterior do S.L.B. e do post do Anátema Device.
ou 

Quando começámos este projecto, convidámos o nosso amigo JRD para escrever neste blogue. Ele rejeitou. Telefonámos, enviámos e-mails e ele foi sempre, amavelmente, recusando. Depois de muita insistência lá nos disse o motivo da recusa: o seu amor pelo Benfica é de tal ordem que, perante certas decisões da Direcção do nosso Clube, iria sentir-se na obrigação de escrever algumas dolorosas verdades e não era capaz de escrever nada que aproveitasse aos nossos adversários em desfavor do nosso Benfica.
[...] los gestores rojiblancos se verán mañana con el Benfica en Lisboa para intentar atar la contratación de Simao Sabrosa. El ex jugador del Barça ha presionado en las últimas horas para salir, su cláusula de rescisión es de 25 millones, pero el equipo encarnado fija ahora los 20 millones como precio de salida. Sin embargo, si el Atlético ofrece poco más de 15 millones por el nombrado mejor jugador de la pasada liga portuguesa la operación podría tener éxito. Simao quiere probarse de nuevo en España. La pasada campaña no pudo cerrarse su pase al Valencia y con 27 años cree que su momento ha llegado. (link)
Eu não discuto a potabilidade da água das fontes deste jornalista. Quanto a fontes, cada um bebe da que quer. Ele tem as dele e eu tenho as minhas. A água é comum até um certo ponto, mas diverge no caudal e na orientação quando chegamos a números e pressões. Até onde eu sei, não há pressão alguma do Simão para sair. Até onde eu sei, no momento em que escrevo estas linhas, ainda nada de concreto chegou aonde tem de chegar. Entre o que se diz que diz, diz-se pouco e por números muito diferentes.

* Fernando Santos dixit.


Por que motivo Rodolfo Moura apresentou a demissão ao fim da noite de ontem?
Será que fora garantida a Rodolfo Moura a ausência de algum dos nomes que acabou por permanecer / entrar no Departamento Médico?
Ou será que houve algum dos novos nomes do Departamento Médico a quem fora garantida a ausência de Rodolfo Moura?
Será que tudo não passa por um problema de difícil gestão como é o caso do cinesioterapeuta / enfermeiro ter um ordenado maior do que o do director do Departamento Médico?
Qual é o impacto desta demissão num grupo de trabalho que tinha, num número significativo de futebolistas, grande confiança nas práticas de Rodolfo Moura?
Terá esta situação algo que ver com o regresso de um futebolista que saíra do clube em litígio velado com o Rodolfo Moura?
Qual é o grau de fragilização do actual preparador físico?
E Veiga, o que pensará sobre tudo isto?
No momento em que um dos meus ídolos de infância regressa ao seu clube do coração para uma função fulcral no futebol actual como é a prospecção de novos talentos, só me resta "pedir" ao Rui Águas que seja tão certeiro a descobrir novos talentos para o nosso clube como o foi naquela noite mágica, em Abril de 1988 contra o Steaua de Bucareste. E nós agradecemos quem vier por bem.
De preferência descascada.
As recentes entrevistas de Petit e Fernando Santos, os prontos desmentidos por parte da Direcção a algumas fantasias jornalísticas, têm sido, juntamente com as contratações de Cardozo, Bergessio (?) e o regresso de Manuel Fernandes, os grandes motivos de satisfação que tenho tido enquanto benfiquista. Por outro lado, o arrastamento da situação de Miccoli (ainda que saiba não por exclusiva responsabilidade do Benfica), o nevoeiro quanto à verdadeira extensão da lesão de Luisão e este último fait divers da presença do Ricardinho, fantástico jogador e campeão nacional de futsal, no estágio de pré temporada da equipa de seniores de futebol, são pequenos sinais que me deixam preocupado.
De Cardozo e Bergessio espero o que esperam todos os benfiquistas. De Manuel Fernandes espero, além do muito futebol que ele tem, a humildade de se reconhecer num Clube que é, incomensuravelmente, maior do que ele. Espero um Manuel Fernandes que, de uma vez por todas, se mostre grato por lhe darem uma segunda oportunidade. De Miccoli espero que Veiga & Companhia lda saibam olhar, antes de qualquer outro interesse, para o supino interesse do Benfica e que garantam a presença deste excelente futebolista, mas não a qualquer preço. Da lesão de Luisão espero que haja honestidade: do departamento médico para com o futebolista e do Benfica para com os sócios.
De Ricardinho espero muitos e bons jogos no… futsal, e que as mais recentes notícias não passem de uma brincadeira.
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Completamente offtopic:
1) Ao cuidado de quem gere o site oficial do clube.
Pelo amor de Deus!! Aquele site envergonha a grandiosidade do Benfica: informação desactualizada e de difícil acesso, as confirmações das transferências surgem nos jornais e não no site…
2) Alguém me pode confirmar a saída do Benfica daquele erro descomunal chamado Carraça?
3) Brevemente, este blogue vai mudar de endereço. Passaremos a ter cativo na "Bancada Sapo". Fiquem atentos.
Quando Mourinho saiu para os andrades, deixou o seu delfim a treinar a União de Leiria. O guarda-redes da União de Leiria era um tal de Helton. Era o melhor guarda-redes de mais uma equipa lacaia dos andrades. Era o melhor jogador daquela equipazeca. Um dia, o clube dos andrades foi jogar a Leiria. Ao intervalo a coisa estava empatada. No regresso das equipas, o melhor jogador da União de Leiria não regressou dos balneários. O tal de Helton ficou com o jogo a meio. Eu estranhei. Toda a gente estranhou. Os jornalistas estranharam. Ninguém quis saber, efectivamente, o motivo que levara o Vítor Pontes a deixar o seu melhor jogador no banco ao intervalo. O Helton não estava lesionado, não teve nenhum súbito ataque de diarreia, não sofreu nenhuma quebra de tensão arterial e, segundo julgo saber, o problema foi de coluna vertebral. Alguém a não teve.No final da época, o tal de Helton lá foi chafurdar para o clube dos andrades. Toda a gente, ó santa ingenuidade, pensou que na data do tal jogo o dito Helton já estava apalavrado com o dono dos andrades. MENTIRA!!! O dito guarda-redes já estava contratado pela equipa adversária.
A pergunta repete-se: por que motivo o treinador substituiu o guarda-redes ao intervalo? As hipóteses são poucas:
a) Helton recusava-se a facilitar e, como tal, convinha lá pôr um que desse o jeitinho.
b) O treinador apercebeu-se de que o seu guarda-redes titular ia facilitar na segunda parte e, como tal, substituiu-o.
c) Houve um telefonema do dono dos andrades a exigir a substituição do melhor jogador da equipa adversária. Jogador que, sabe-se agora, era já pertença dos andrades.
d) Houve um problema generalizado de coluna vertebral naquele estádio.
O senhor Vítor Pontes, que não costuma ter problemas de coluna quando está virado para norte, podia responder, mas não convém.
